Category: Notícias

  • Processo de federalização dos dados do SUS avança em todo o Brasil 

    Processo de federalização dos dados do SUS avança em todo o Brasil 

    A Federalização da RNDS é um esforço nacional para ampliar o acesso à informação em saúde em todos os estados. As Oficinas Técnicas seguem avançando, com passagens da Etapa Estadual do projeto por Brasília/DF e João Pessoa/PB. A oficina mais recente, no Rio de Janeiro/RJ, nos dias 25 e 26 de novembro, debateu infraestrutura e arquitetura dos dados e ofereceu um minicurso sobre o padrão FHIR no Brasil, visando ampliar e fortalecer a interoperabilidade no SUS. 

    Por: Naiara Teixeira (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Saúde Digital transforma o acesso às especialidades no SUS

    Saúde Digital transforma o acesso às especialidades no SUS

    Com mais de 915 milhões de registros na RNDS, o programa Agora tem Especialistas e o Meu SUS Digital garantem transparência e protagonismo do usuário

    O programa Agora tem Especialistas marca uma transformação no acesso às consultas médicas especializadas pelo SUS, reduzindo filas e aumentando a resolutividade da atenção à saúde. Esse avanço está diretamente ligado à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), que reúne mais de 915* milhões de registros de regulação assistencial, evidenciando o enorme esforço de integração de todo o país em um sistema único e digital. Essa base nacional permite que informações circulem de forma ágil e segura, conectando unidades de saúde, gestores e cidadãos em tempo real.

    O cidadão passa a ter papel central nesse processo: por meio do Aplicativo Meu SUS Digital, recebe notificações sobre cada etapa da regulação, acompanha seu status de forma transparente e pode avaliar o serviço prestado, fortalecendo a participação social e a melhoria contínua do sistema. Essa autonomia garante que o usuário não seja apenas receptor de cuidados, mas protagonista na construção de um SUS mais eficiente e responsivo.

    A digitalização também otimiza recursos, facilita a comunicação entre postos e especialistas e acelera diagnósticos, tornando o atendimento mais organizado e justo. Assim, o Agora tem Especialistas, aliado ao Meu SUS Digital, mostra como o SUS se moderniza para ser cada vez mais acessível, transparente e centrado no cidadão, consolidando a saúde digital como caminho para o futuro da saúde pública no Brasil.

    *Dado: 01/12/2025

    Por: Fabiana Costa (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Saúde Digital impulsiona uma jornada de cuidado contínuo no SUS 

    Saúde Digital impulsiona uma jornada de cuidado contínuo no SUS 

    Dados conectados e cadernetas digitais fortalecem a jornada em saúde de cada cidadão 

    A saúde digital ganhou força nos últimos anos, especialmente após a criação da Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI/MS), que impulsionou a modernização do Sistema Único de Saúde (SUS) sem perder o cuidado humano. Nesse contexto surge a Jornada de Cuidado na Saúde Digital, um caminho que integra informações, serviços e tecnologias para apoiar você em cada fase da vida. A participação do cidadão é o centro dessa construção, com objetivo de garantir acesso fácil, seguro e útil aos seus dados, permitindo um cuidado mais próximo e conectado. 

    Da primeira consulta ao acompanhamento contínuo, seus registros caminham com você. A Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) conecta unidades de saúde, profissionais e cidadãos, evitando repetição de exames, reduzindo erros e permitindo que cada atendimento avance a partir do que já foi registrado. 

    No Meu SUS Digital, suas vacinas, exames e consultas ficam reunidos em um só lugar. E as versões digitais das Cadernetas de Saúde são marcos importantes dessa jornada. A Caderneta da Criança, já disponível no app, conta com dados de desenvolvimento, vacinação e cuidados essenciais. Em breve, essa experiência será ampliada com três novas Cadernetas Digitais em desenvolvimento: da Gestante, com informações do pré-natal, exames e orientações para a mãe e o bebê; de Adolescentes, voltada às transformações e cuidados dessa fase; e da Pessoa Idosa, que reunirá conteúdos e registros para apoiar um envelhecimento mais seguro e acompanhado. Juntas, essas ferramentas fortalecem a jornada de cuidado do cidadão em cada etapa da vida. 

    A Jornada de Cuidado Digital não é só sobre tecnologia, mas sobre transformar dados em apoio real. Ela aproxima você dos profissionais de saúde, fortalece decisões e faz do SUS um sistema mais simples e humano.  

    Clique aqui conhecer o Meu SUS Digital e começar a sua jornada de cuidado.  

    Por: Gabriela Cunha (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Nova plataforma moderniza a gestão e fortalece a saúde pública para todos 

    Nova plataforma moderniza a gestão e fortalece a saúde pública para todos 

    O SUS Digital Gestor é a nova plataforma do SUS Digital para facilitar o trabalho de quem cuida da saúde. Construída com a participação de gestores e especialistas, reúne painéis de indicadores, listas por temas (como regulação e vacinas), e ferramentas de apoio à decisão, tudo com acesso seguro via Gov.br, promovendo controle e transparência. A solução, que será oficialmente lançada em 2026, terá implantação gradual e fortalecerá a gestão e o planejamento no SUS. 

    Por: Fabiana Costa (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Kick-off do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação: Fortalecendo a estrutura digital 

    Kick-off do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação: Fortalecendo a estrutura digital 

    Reunião Kick Off – PDTIC/MS

    Estamos elaborando o Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC/MS) para 2026-2028. Com a etapa inicial concluída, seguimos ouvindo todas as áreas para identificar necessidades que reforcem a evolução dos serviços digitais. O plano se destaca por envolver representantes de todas as unidades e por utilizar uma cartilha orientativa para apoiar a identificação das necessidades de TIC para o próximo triênio. Juntos, estamos construindo um ambiente de TIC mais sólido para os avanços da saúde digital. 

    Por: Gabriela Cunha (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Guia do SUS responde ao cenário de mudanças climáticas no Brasil 

    Guia do SUS responde ao cenário de mudanças climáticas no Brasil 

    Guia do Ministério da Saúde alerta sobre impactos do clima na saúde e reúne orientações práticas para cidadãos e profissionais de saúde 

    As mudanças climáticas já fazem parte do nosso cotidiano. Ondas de calor cada vez mais intensas, queimadas recorrentes e enchentes são algumas das mudanças que estão impactando diretamente na saúde: aumentando doenças respiratórias, agravos crônicos e outros riscos. 

    Nesse cenário, os serviços de saúde são cada vez mais procurados – e os profissionais precisam estar preparados. Para isso, o Ministério da Saúde criou o Guia de Mudanças Climáticas e Saúde, material simples e acessível que contextualiza como diferentes eventos climáticos impactam a saúde. Enquanto profissionais de saúde encontram estratégias para apoiar as decisões em relação ao cuidado; cidadãos acessam informações confiáveis e seguras para fortalecer o cuidado próprio e com seus familiares. 

    A transformação digital do Sistema Único de Saúde (SUS) amplia ainda mais esse alcance. Ferramentas como o Meu SUS Digital, que integra dados por meio da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), aproximam a população da informação e fortalecem a autonomia em saúde. Ao disponibilizar conteúdos de maneira acessível, a saúde digital ajuda a traduzir ciência em práticas do dia a dia. 

    O Guia reforça a integralidade no cuidado em saúde, um dos pilares do SUS, ao reconhecer o clima e a saúde como processos que precisam ser interpretados de forma conjunta para ampliar a oferta de um cuidado contínuo e humanizado. 

    Quando o clima muda, o SUS responde para proteger vidas. Conheça mais sobre o Guia de Mudanças Climáticas e Saúde clicando aqui. 

    Por: Naiara Teixeira (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Seminário de Inteligência Artificial na Saúde debate regulação, ética e segurança no setor 

    Seminário de Inteligência Artificial na Saúde debate regulação, ética e segurança no setor 

    Por: Patrícia Rodrigues, Max de Oliveira e Larissa Mangabeira – Ministério da Saúde

    O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI), promoveu nesta terça-feira (2), no auditório Emílio Ribas, em Brasília, o Seminário de Inteligência Artificial na Saúde. O encontro reuniu representantes do governo federal, do Congresso Nacional, especialistas, pesquisadores e sociedade civil para debater os impactos do Projeto de Lei nº 2.338/2023 — conhecido como Marco Regulatório da Inteligência Artificial — e os desafios de ética, segurança e responsabilidade algorítmica no setor da saúde.

    Aprovado no Senado Federal em dezembro de 2024 e atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados, o PL define princípios, categorias de risco, mecanismos de governança e salvaguardas para proteger direitos fundamentais, como a supervisão humana e a auditabilidade.

    Painel 1 – PL 2338/23: do texto ao debate na Câmara e seus impactos para o setor saúde

    O primeiro painel contou com a presença do senador Eduardo Gomes (TO), autor da proposta, que destacou o objetivo de fomentar inovação, garantir segurança jurídica e estabelecer fiscalização efetiva, especialmente em áreas sensíveis como a saúde. O deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), relator do texto na Câmara, explicou que o projeto já foi aprovado pela comissão especial e deve ter relatório apresentado até outubro, com previsão de votação ainda este ano.

    A mesa de abertura reuniu ainda a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad; a advogada e professora Laura Schertel, integrante da Comissão de Juristas que subsidiou o texto do projeto; a chefe de gabinete da SECOM, Samara Castro; e a coordenadora do Comitê Gestor da Internet, Renata Mielli.

    Entre as falas, destacou-se a da Dra. Laura Schertel, que ressaltou a centralidade da pessoa humana e a proteção dos direitos fundamentais como eixos estruturantes da proposta. Sua contribuição foi considerada uma das mais relevantes do encontro, ao reforçar que a regulamentação da IA precisa garantir responsabilidade ética, transparência e segurança, sem inibir a inovação tecnológica.

    A secretária Ana Estela Haddad destacou o processo democrático de construção do PL e a importância do tema para o setor saúde:

    “A versão do PL 2338 aprovada no Senado foi fruto de um debate democrático exemplar, chegando a um texto maduro. Este modelo virtuoso tem sido adotado também na Câmara dos Deputados, com uma série de audiências públicas que certamente levarão a uma versão ainda mais aperfeiçoada. Para o Ministério da Saúde este tema tem uma grande importância.”

    Painel 2 – Ética, segurança e responsabilidade algorítmica em saúde

    Na sequência, o seminário trouxe o painel “Ética, segurança e responsabilidade algorítmica em saúde: dados sensíveis e gestão de riscos na regulação da inteligência artificial”, mediado por Adriana Macedo Marques, Encarregada de Dados Pessoais do Ministério da Saúde.

    Participaram do debate: Arthur Pereira Sabbat, diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD); Artur Yúri Alves de Souza, representante da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Thiago Bahia, coordenador-geral de Disseminação e Integração de Dados e Informações em Saúde da SEIDIGI/MS; e Dr. Daniel Dourado, médico, advogado e pesquisador do Centro de Pesquisa em Direito Sanitário da USP.

    Entre os principais pontos discutidos, Sabbat (ANPD) apresentou cinco riscos associados ao uso da IA: confiabilidade, segurança, ética, dependência tecnológica e responsabilização. Artur Yúri (Anvisa) defendeu a importância de uma regulação “à prova de futuro”, capaz de garantir segurança sem inibir a inovação. Thiago Bahia (SEIDIGI/MS) destacou o papel do Ministério da Saúde na governança da informação, com foco na interoperabilidade e no uso ético dos dados. Já Dr. Dourado (USP) reforçou a necessidade de transparência e explicabilidade dos algoritmos, além da definição clara de responsabilidades em casos de falhas.

    Consenso pelo avanço responsável

    O seminário reforçou que a confiança da sociedade na inteligência artificial aplicada à saúde depende diretamente de ética, transparência e segurança. Houve consenso de que a regulamentação deve equilibrar inovação e proteção de direitos fundamentais, assegurando que o SUS avance de forma responsável no uso da tecnologia.

  • Brasil organiza seminário de Governança de Dados em Saúde

    Brasil organiza seminário de Governança de Dados em Saúde

    Este ano, o Brasil preside o bloco dos BRICS. E o Ministério da Saúde, por meio da SEIDIGi e da Assessoria Internacional (AISA), organizou e coordenou o 2o Seminário, desta vez com o tema da Governança de Dados em Saúde.

    Demos continuidade a um debate essencial iniciado na nossa primeira reunião sobre o uso de Inteligência Artificial na saúde, avançando agora na discussão de enquadramentos para a gestão ética, segura e eficiente dos dados em saúde.

    O encontro reuniu representantes dos países que integram o BRICS, com foco em políticas públicas, interoperabilidade, segurança da informação e estratégias para uma saúde digital mais integrada e colaborativa.

  • Conselho da CAPES discute formação para o SUS Digital

    Conselho da CAPES discute formação para o SUS Digital

    O Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES) discutiu a formação de profissionais para o SUS Digital durante a 237ª reunião ordinária, realizada nos dias 4 e 5 de junho. Estiveram presentes a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, e o epidemiologista e professor titular da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Naomar de Almeida Filho.

    O SUS Digital tem por objetivo informatizar e integrar os dados relacionados à saúde dos cidadãos entre estabelecimentos públicos e privados de saúde e os órgãos de gestão municipais, estaduais e federais, e um dos eixos da política do SUS Digital é a qualificação de pessoal para a digitalização do Sistema Único de Saúde (SUS).

    O Ministério da Saúde e o CTC-ES discutiram a importância de observar a pós-graduação de forma transversal e a partir de grandes questões, e não meramente de disciplinas, para atuar em desafios postos, como é o caso do SUS Digital. Os Projetos de Cooperação entre Instituições para Qualificação de Profissionais de Nível Superior (PCI) foram citados como uma das estratégias para levar a formação em nível de mestrado e doutorado para todo o Brasil.
    Pelo PCI, as instituições podem fazer acordos com instituições acadêmicas, de pesquisa, órgãos de governo e empresas, para oferecer e receber turmas temporárias de mestrado (Minter) ou de doutorado (Dinter), nas modalidades acadêmica e profissional. Dentre os objetivos do PCI, destaca-se a formação de mestres e doutores fora dos centros consolidados de ensino e pesquisa e a redução de desigualdades regionais.