Tag: Transformação Digital do SUS

  • Simpósio promove debate sobre a transformação digital do SUS

    Simpósio promove debate sobre a transformação digital do SUS

    Com o objetivo de fomentar diálogos estratégicos voltados à integração de saberes e experiências que impulsionem a transformação digital da saúde pública brasileira, a Secretaria de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde (SEIDIGI/MS), em parceria com a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), promove o Simpósio Laboratório InovaSUS Digital, no dia 9 de dezembro em Brasília, DF.

    O evento marca o lançamento oficial do Edital de Chamamento Público do Laboratório InovaSUS Digital para credenciamento de parceiros e projetos de inovação, iniciativa voltada ao fortalecimento da cultura de inovação em saúde no SUS, com foco na cocriação de soluções digitais, no estímulo à pesquisa aplicada e na ampliação da colaboração entre governo, academia, sociedade civil e setor produtivo.

    Neste sentido, o Simpósio reafirma a compreensão de que a inovação em saúde digital não é apenas um processo tecnológico, mas um movimento sistêmico, que depende da articulação entre governo, academia, indústria e sociedade. Tal conjugação tende a fortalecer o SUS, colocando a tecnologia a serviço do cidadão para diminuir filas, oferecer acompanhamento contínuo e aprimorar a gestão por meio da transformação digital.

    Durante o evento, serão apresentados e debatidos marcos regulatórios, governança de dados e a Política Nacional de Informação de Saúde Digital. Será o momento de colocar em debate os grandes desafios na jornada de transformação digital do SUS e refletir sobre a relevância das parcerias público-privadas neste contexto.

    Com essa perspectiva, o Simpósio estrutura sua programação em dois painéis temáticos:

    O primeiro, “Política Nacional de Informação e Saúde Digital – Colaboração Multissetorial”, com o propósito de demonstrar as políticas e mecanismos para financiamento e fomento para empresas inovadoras em serviços e produtos digitais em saúde.

    O segundo painel, “A Inovação em Informação e Saúde Digital no contexto do Complexo Econômico-Industrial da Saúde”, contará com a participação de instituições estratégicas para o fomento à inovação, pesquisa, tecnologia e infraestrutura digital no país. Como se trata de organizações ativas nesse contexto, a sua participação no Simpósio possibilita indicar como os seus ambientes de atuação e parceiros, dos setores público e privado, podem alinhar seus instrumentos às necessidades do SUS, especialmente no contexto da transformação digital.

  • Conselho da CAPES discute formação para o SUS Digital

    Conselho da CAPES discute formação para o SUS Digital

    O Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES) discutiu a formação de profissionais para o SUS Digital durante a 237ª reunião ordinária, realizada nos dias 4 e 5 de junho. Estiveram presentes a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, e o epidemiologista e professor titular da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Naomar de Almeida Filho.

    O SUS Digital tem por objetivo informatizar e integrar os dados relacionados à saúde dos cidadãos entre estabelecimentos públicos e privados de saúde e os órgãos de gestão municipais, estaduais e federais, e um dos eixos da política do SUS Digital é a qualificação de pessoal para a digitalização do Sistema Único de Saúde (SUS).

    O Ministério da Saúde e o CTC-ES discutiram a importância de observar a pós-graduação de forma transversal e a partir de grandes questões, e não meramente de disciplinas, para atuar em desafios postos, como é o caso do SUS Digital. Os Projetos de Cooperação entre Instituições para Qualificação de Profissionais de Nível Superior (PCI) foram citados como uma das estratégias para levar a formação em nível de mestrado e doutorado para todo o Brasil.
    Pelo PCI, as instituições podem fazer acordos com instituições acadêmicas, de pesquisa, órgãos de governo e empresas, para oferecer e receber turmas temporárias de mestrado (Minter) ou de doutorado (Dinter), nas modalidades acadêmica e profissional. Dentre os objetivos do PCI, destaca-se a formação de mestres e doutores fora dos centros consolidados de ensino e pesquisa e a redução de desigualdades regionais.