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  • SUS avança no acesso aos dados de saúde em todo o país

    SUS avança no acesso aos dados de saúde em todo o país

    Representantes das Secretarias Estaduais de Saúde de todo o país participaram da 4ª Oficina de Federalização da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), promovida pela Seidigi/MS. O encontro avançou na estratégia que amplia o acesso dos estados aos dados da RNDS, fortalecendo o uso das informações para apoiar decisões no SUS e melhorar o atendimento à população.

    Realizada entre os dias 3 e 5 de março, em Belém (PA), a 4ª Oficina de Federalização da RNDS teve sua abertura com a presença da secretária da Seidigi, Ana Estela Haddad, da diretora do Datasus, Paula Xavier, do secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Ualame Fialho Machado, além de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC).

    Secretária da Seidigi, Ana Estela Haddad; Secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Ualame Fialho Machado; Diretora do Datasus, Paula Xavier - Créditos: SESPA
    Secretária da Seidigi, Ana Estela Haddad; Secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Ualame Fialho Machado; Diretora do Datasus, Paula Xavier. Créditos: SESPA

    Durante a agenda, a secretária Ana Estela Haddad destacou o significado do momento para o sistema de saúde brasileiro. “Este é um momento histórico que estamos vivendo e que demonstra a importância desse processo que vem sendo construído por todos: a federalização dos dados da Rede Nacional de Dados em Saúde, uma demanda antiga do Conass e do Conasems.” 

    O encontro reuniu cerca de 100 profissionais das áreas de gestão, informação, informática em saúde e comunicação das Secretarias Estaduais de Saúde das 27 unidades da federação, fortalecendo a integração entre os estados e o alinhamento técnico para o uso estratégico das informações em saúde no SUS.  

    Troca de experiências e avanço técnico

    Nos três dias de programação, conduzida pela equipe do Datasus/Seidigi, os participantes acompanharam apresentações técnicas, tarefas em grupo e plenárias de compartilhamento de experiências. Os debates abordaram temas como infraestrutura tecnológica, arquitetura de dados, interoperabilidade, governança da informação e estratégias de comunicação, voltados a apoiar a implementação da federalização da RNDS nos estados.

    Profissionais Datasus/Seidigi- Créditos: SESPA
    Profissionais Datasus/Seidigi. Créditos: SESPA

    Nesse sentido, a diretora do Datasus/Seidigi, Paula Xavier, ressaltou a importância do processo de construção coletiva realizado, sintetizando os encontros em uma palavra-chave: troca de conhecimento, um elemento central para o avanço da iniciativa: “Só nessa interação e nessa troca que o conhecimento é construído. O conhecimento é construído coletivamente e ninguém pensa sozinho.” 

    Como parte dessa troca de conhecimento, estados-piloto como Goiás, Espírito Santo e Santa Catarina apresentaram suas experiências de acesso aos dados da RNDS, enquanto Acre, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio Grande do Sul compartilharam avanços na organização de seus planos de trabalho estaduais. A agenda também contou com momento de trabalho colaborativo, nos quais todas as unidades da federação apresentaram seus cenários e estratégias para ampliar o uso de dados em saúde.  

    4ª Oficina de Federalização da RNDS- Dia 2- Créditos: SESPA
    4ª Oficina de Federalização da RNDS- Dia 2. Créditos: SESPA

    Um dos momentos marcantes do encontro foi a cerimônia simbólica de entrega das credenciais de acesso ao ambiente de dados da RNDS, realizada para representantes das 27 unidades da federação.

    As credenciais representam a habilitação das equipes estaduais para acessar o ambiente de dados da RNDS por meio da arquitetura de federalização, ampliando a capacidade de análise e uso das informações em saúde. Nesse contexto, o secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Ualame Machado, destacou que o acesso aos dados também impulsiona um processo permanente de aprimoramento das informações: “Quanto mais você usa, mais você quer melhorar aquela base. É um trabalho contínuo, que está sempre se aperfeiçoando”.  

    O fluxo de acesso será disponibilizado no Portal de Serviços do Ministério da Saúde, para as equipes que finalizarem a formalização dos termos de responsabilidade e uso.  

    Cerimônia simbólica de entrega das credenciais: Secretária da Seidigi, Ana Estela e Secretário da SES Pará, Ualame Machado. Créditos: SESPA
    Cerimônia simbólica de entrega das credenciais: Secretária da Seidigi, Ana Estela e Secretário da SES Pará, Ualame Machado. Créditos: SESPA

    As próximas etapas da agenda nacional de federalização da RNDS ocorrerão em Curitiba e Brasília, com foco na comunicação, na informação e na construção dos planos de trabalho estaduais.

  • Belém (PA) sediará oficina sobre federalização da Rede Nacional de Dados em Saúde

    Belém (PA) sediará oficina sobre federalização da Rede Nacional de Dados em Saúde

    Reunindo gestores, especialistas e representantes de instituições parceiras para discutir o uso estratégico de dados no Sistema Único de Saúde (SUS), a atividade integra o processo de expansão da Federalização da RNDS, iniciativa do Ministério da Saúde que amplia o acesso dos estados aos dados da rede nacional.

    A proposta permite que as Unidades Federativas recebam as informações em formato bruto, por meio de repositórios seguros, possibilitando armazenar, tratar e gerar análises próprias para apoiar a gestão em saúde.

    A RNDS é uma infraestrutura nacional que conecta sistemas e informações de saúde em todo o país e já pode ser acessada por plataformas como Meu SUS Digital, SUS Digital Profissional e SUS Digital Gestor, além de integrações por APIs. A federalização não cria uma nova base de dados, mas amplia o acesso dos estados às informações já existentes, fortalecendo a capacidade analítica e estratégica das gestões estaduais.

    A iniciativa integra uma política de longo prazo voltada à transformação digital do SUS. Após uma etapa piloto realizada entre 2024 e 2025, o projeto entrou na etapa estadual (julho de 2025 a julho de 2026), com a integração progressiva das demais unidades federativas.

    Durante a abertura da oficina, prevista para o dia 3 de março, a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, participará de forma on-line e deverá destacar que a federalização representa um marco de maturidade da saúde digital no país, reforçando o compromisso federativo do SUS e a importância do uso responsável e estratégico dos dados em saúde.

    O encontro contará com a participação de representantes do Ministério da Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (SESPA), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), além de conselhos e gestores estaduais e municipais.

    Entre os participantes previstos na mesa de abertura estão Paula Xavier, diretora do DATASUS; Felipe Ferré, representante do Conass; Lucas de Melo Dutra, do HAOC; Ualame Machado, secretário de Saúde do Pará; além de representantes do Conselho Estadual de Saúde e do COSEMS do Pará.

    Programação

    A oficina será realizada em três dias de atividades, com apresentações técnicas, debates e troca de experiências entre os estados.

    No primeiro dia (3/3), na sede da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (SESPA), os participantes irão discutir desafios e oportunidades para transformar dados em informação útil para a gestão, tanto na atenção primária quanto na média e alta complexidade. Também está prevista uma demonstração sobre credenciais e fluxo de acesso ao bucket da Federalização da RNDS, além da apresentação de experiências de estados que já avançaram no processo.

    No segundo dia (4/3), no Hotel Sagres, a programação abordará o cenário atual dos dados da RNDS, os desafios para expansão da rede e o funcionamento das plataformas do SUS Digital, além da discussão sobre planos de trabalho estaduais para ampliar o uso das informações.

    Já no terceiro dia (5/3), ocorrerá a cerimônia de entrega das credenciais de acesso ao bucket da RNDS, marco simbólico da ampliação do acesso dos estados aos dados da rede nacional. As atividades também incluirão trabalhos em grupo para discutir cenários de uso dos dados e estratégias de comunicação para consolidar a federalização da RNDS.

    A oficina integra os domínios estruturantes da iniciativa — institucional, governança, informação e informática e comunicação — e busca fortalecer o uso estratégico dos dados em saúde, ampliando benefícios para cidadãos, profissionais e gestores do SUS.

  • Telerretinografia gratuita com diagnóstico no dia em Goiânia (GO)

    Telerretinografia gratuita com diagnóstico no dia em Goiânia (GO)

    Com o intuito de reduzir o tempo de espera por serviços especializados no SUS, no dia 26 de fevereiro, o Ministério da Saúde disponibilizou o exame de telerretinografia, essencial para prevenção da cegueira, de forma gratuita e sem necessidade de agendamento prévio, para os moradores de Goiânia (GO) e região, na Feira Morada do Sol.

    Levar a telerretinografia e as funcionalidades do Meu SUS Digital à população é uma forma de demonstrar, na prática, como a transformação digital fortalece o cuidado, previne doenças e reduz o tempo de espera no SUS. Este exame permite detectar precocemente alterações no fundo do olho, favorecendo a identificação de doenças como retinopatia diabética, glaucoma, catarata e degeneração macular relacionada à idade.

    (Secretária Adjunta de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Maria Aparecida da Silva)

    A retinografia é o exame oftalmológico mais completo para observar e fotografar o olho, incluindo a retina, o nervo ótico e o fundo do olho. As imagens em alta resolução são capazes de apontar lesões que podem ser causar cegueira, como a retinopatia diabética, uma das complicações mais comuns e graves do diabetes.

    De maneira inovadora, o Ministério da Saúde disponibiliza a versão desse exame em telessaúde, possibilitando não só o exame, mas também o diagnóstico no mesmo dia, ao enviar as imagens para especialistas oftalmológicos, que observarão algum sinal de lesão no olho e farão o laudo à distância.

    A mobilização de diversos profissionais ao mesmo tempo, inclusive fora do estado, garante maior celeridade no diagnóstico.

    Em Goiânia, a técnica é desenvolvida pelo Núcleo de Telemedicina e Telessaúde da Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio da Oferta Nacional de Telediagnósticos, do Ministério da Saúde.

    O exame também é indicado para prevenção de retinopatia hipertensiva, glaucoma, catarata, toxoplasmose ocular e Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), e pode ser realizado por qualquer pessoa adulta e, no caso de crianças, aquelas a partir de 12 anos com diagnóstico de Diabetes Mellitus.

    Essa modalidade de exame é ofertada desde 2023, e os municípios interessados podem solicitar suporte à universidade. Além de Goiás, iniciativas de telessaúde em diversos estados brasileiros, como Maranhão e Acre, já utilizam a ferramenta para ampliar a oferta de serviços de saúde ocular.

    Agora Tem Especialistas é aliado na ampliação de atendimentos oftalmológicos

    Com o objetivo de desafogar a demanda por atendimento especializado nos estados e municípios, o Agora Tem Especialistas disponibiliza carretas de saúde, mutirões, ampliação do horário de atendimento em policlínicas, provimento de mais médicos especialistas, atendimento aos pacientes da rede pública em hospitais privados, entre outros.

    Em saúde ocular, o programa oferta carretas de saúde especializadas em oftalmologia, que já conseguiram zerar a fila por atendimento daqueles que esperavam por cirurgia de catarata em Ribeirão Preto (SP) e Ariquemes (RO).

    Com mais de 1,2 mil procedimentos cirúrgicos realizados em todas as carretas oftalmológicas do Agora Tem Especialistas, mais de mil pessoas voltaram a enxergar. Essas unidades móveis ofertam, também, outros procedimentos como mapeamento de retina e ultrassom ocular.

    Ao todo, atualmente 47 carretas do programa estão disponíveis, sendo 33 de saúde da mulher, nove de exames de imagem e cinco especializadas em oftalmologia.

    Atendimento odontológico, vacinação e outras ações disponíveis

    O Governo do Brasil na Rua é uma iniciativa do Governo Federal que leva serviços públicos gratuitos diretamente para a população, ampliando o acesso a saúde, a direitos e à cidadania. Além da telerretinografia, a ação também ofertou vacinação, atendimento odontológico e prevenção às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Além de orientação sobre acesso e uso do aplicativo Meu SUS Digital.

  • Ministério da Saúde consolida saúde digital como eixo estratégico do SUS

    Ministério da Saúde consolida saúde digital como eixo estratégico do SUS

    O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI), realizou, em parceria com o Conselho Nacional de Saúde (CNS), uma oficina formativa sobre saúde digital com o objetivo de fortalecer a participação social, alinhar institucionalmente as agendas e consolidar a saúde digital como política pública estruturante do Sistema Único de Saúde (SUS).

    A atividade reuniu a Mesa Diretora do CNS e a coordenação da Câmara Técnica de Saúde Digital e Comunicação em Saúde (CTSDCS) e teve como foco qualificar o debate sobre informação e saúde digital no âmbito do controle social, fortalecendo o funcionamento da Câmara Técnica como instância de assessoramento ao Conselho.

    A secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad, destacou que a criação da Câmara Técnica pelo CNS representa um marco político ao reconhecer a centralidade da saúde digital nas transformações em curso no SUS. Segundo ela, a consolidação das políticas depende da apropriação social desses processos. “As políticas só terão sustentabilidade se a sociedade se reconhecer nelas como algo próprio”, afirmou.
    A presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernanda Magano, ressaltou a importância da construção coletiva e da parceria institucional para fortalecer o controle social na agenda da saúde digital. “Essa ação parceira é fundamental para que a saúde digital chegue a todas as pessoas, com a importância e a visibilidade que ela merece”, afirmou.

    A chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério da Saúde, Cristiane Santos, destacou a saúde digital como eixo estratégico para o fortalecimento do SUS e ressaltou o impacto das inovações tecnológicas no cuidado, especialmente nas agendas de saúde da mulher e saúde mental. Ela também reforçou a importância de que a transformação digital dialogue com a experiência concreta das pessoas usuárias do SUS, ampliando a transparência e o acesso aos serviços.

    Instituída pela Resolução CNS nº 751/2024, a Câmara Técnica de Saúde Digital e Comunicação em Saúde atua como espaço de assessoramento técnico e político ao Conselho Nacional de Saúde, contribuindo para qualificar o processo decisório diante dos desafios da transformação digital no SUS.

    A Estratégia de Implementação da Saúde Digital consolida a digitalização como política pública estruturante, voltada à ampliação do acesso, à redução das desigualdades e ao fortalecimento da atenção à saúde em todo o território nacional.

  • Simpósio marca lançamento do Edital de Chamamento Público do Laboratório InovaSUS Digital

    Simpósio marca lançamento do Edital de Chamamento Público do Laboratório InovaSUS Digital

    Com o objetivo de fomentar diálogos estratégicos voltados à integração de saberes e experiências que impulsionem a transformação digital da saúde pública brasileira, a Secretaria de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde (SEIDIGI/MS), em parceria com a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), promove o Simpósio Laboratório InovaSUS Digital, no dia 9 de dezembro em Brasília, DF.

    O evento marca o lançamento oficial do Edital de Chamamento Público do Laboratório InovaSUS Digital para credenciamento de parceiros e projetos de inovação, iniciativa voltada ao fortalecimento da cultura de inovação em saúde no SUS, com foco na cocriação de soluções digitais, no estímulo à pesquisa aplicada e na ampliação da colaboração entre governo, academia, sociedade civil e setor produtivo.

    Nesse sentido, o Simpósio reafirma a compreensão de que a inovação em saúde digital não é apenas um processo tecnológico, mas um movimento sistêmico, que depende da articulação entre governo, academia, indústria e sociedade. Tal conjugação tende a fortalecer o SUS, colocando a tecnologia a serviço do cidadão para diminuir filas, oferecer acompanhamento contínuo e aprimorar a gestão por meio da transformação digital.

    Durante o evento, serão apresentados e debatidos marcos regulatórios, governança de dados e a Política Nacional de Informação de Saúde Digital. Será o momento de colocar em debate os grandes desafios na jornada de transformação digital do SUS e refletir sobre a relevância das parcerias público-privadas neste contexto.

    Com essa perspectiva, o Simpósio estrutura sua programação em dois painéis temáticos:

    O primeiro, “Política Nacional de Informação e Saúde Digital – Colaboração Multissetorial”, com o propósito de demonstrar as políticas e mecanismos para financiamento e fomento para empresas inovadoras em serviços e produtos digitais em saúde.

    O segundo painel, “A Inovação em Informação e Saúde Digital no contexto do Complexo Econômico-Industrial da Saúde”, contará com a participação de instituições estratégicas para o fomento à inovação, pesquisa, tecnologia e infraestrutura digital no país. Como se trata de organizações ativas nesse contexto, a sua participação no Simpósio possibilita indicar como os seus ambientes de atuação e parceiros, dos setores público e privado, podem alinhar seus instrumentos às necessidades do SUS, especialmente no contexto da transformação digital.

  • Processo de federalização dos dados do SUS avança em todo o Brasil 

    Processo de federalização dos dados do SUS avança em todo o Brasil 

    A Federalização da RNDS é um esforço nacional para ampliar o acesso à informação em saúde em todos os estados. As Oficinas Técnicas seguem avançando, com passagens da Etapa Estadual do projeto por Brasília/DF e João Pessoa/PB. A oficina mais recente, no Rio de Janeiro/RJ, nos dias 25 e 26 de novembro, debateu infraestrutura e arquitetura dos dados e ofereceu um minicurso sobre o padrão FHIR no Brasil, visando ampliar e fortalecer a interoperabilidade no SUS. 

    Por: Naiara Teixeira (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Saúde Digital transforma o acesso às especialidades no SUS

    Saúde Digital transforma o acesso às especialidades no SUS

    Com mais de 915 milhões de registros na RNDS, o programa Agora tem Especialistas e o Meu SUS Digital garantem transparência e protagonismo do usuário

    O programa Agora tem Especialistas marca uma transformação no acesso às consultas médicas especializadas pelo SUS, reduzindo filas e aumentando a resolutividade da atenção à saúde. Esse avanço está diretamente ligado à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), que reúne mais de 915* milhões de registros de regulação assistencial, evidenciando o enorme esforço de integração de todo o país em um sistema único e digital. Essa base nacional permite que informações circulem de forma ágil e segura, conectando unidades de saúde, gestores e cidadãos em tempo real.

    O cidadão passa a ter papel central nesse processo: por meio do Aplicativo Meu SUS Digital, recebe notificações sobre cada etapa da regulação, acompanha seu status de forma transparente e pode avaliar o serviço prestado, fortalecendo a participação social e a melhoria contínua do sistema. Essa autonomia garante que o usuário não seja apenas receptor de cuidados, mas protagonista na construção de um SUS mais eficiente e responsivo.

    A digitalização também otimiza recursos, facilita a comunicação entre postos e especialistas e acelera diagnósticos, tornando o atendimento mais organizado e justo. Assim, o Agora tem Especialistas, aliado ao Meu SUS Digital, mostra como o SUS se moderniza para ser cada vez mais acessível, transparente e centrado no cidadão, consolidando a saúde digital como caminho para o futuro da saúde pública no Brasil.

    *Dado: 01/12/2025

    Por: Fabiana Costa (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Saúde Digital impulsiona uma jornada de cuidado contínuo no SUS 

    Saúde Digital impulsiona uma jornada de cuidado contínuo no SUS 

    Dados conectados e cadernetas digitais fortalecem a jornada em saúde de cada cidadão 

    A saúde digital ganhou força nos últimos anos, especialmente após a criação da Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI/MS), que impulsionou a modernização do Sistema Único de Saúde (SUS) sem perder o cuidado humano. Nesse contexto surge a Jornada de Cuidado na Saúde Digital, um caminho que integra informações, serviços e tecnologias para apoiar você em cada fase da vida. A participação do cidadão é o centro dessa construção, com objetivo de garantir acesso fácil, seguro e útil aos seus dados, permitindo um cuidado mais próximo e conectado. 

    Da primeira consulta ao acompanhamento contínuo, seus registros caminham com você. A Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) conecta unidades de saúde, profissionais e cidadãos, evitando repetição de exames, reduzindo erros e permitindo que cada atendimento avance a partir do que já foi registrado. 

    No Meu SUS Digital, suas vacinas, exames e consultas ficam reunidos em um só lugar. E as versões digitais das Cadernetas de Saúde são marcos importantes dessa jornada. A Caderneta da Criança, já disponível no app, conta com dados de desenvolvimento, vacinação e cuidados essenciais. Em breve, essa experiência será ampliada com três novas Cadernetas Digitais em desenvolvimento: da Gestante, com informações do pré-natal, exames e orientações para a mãe e o bebê; de Adolescentes, voltada às transformações e cuidados dessa fase; e da Pessoa Idosa, que reunirá conteúdos e registros para apoiar um envelhecimento mais seguro e acompanhado. Juntas, essas ferramentas fortalecem a jornada de cuidado do cidadão em cada etapa da vida. 

    A Jornada de Cuidado Digital não é só sobre tecnologia, mas sobre transformar dados em apoio real. Ela aproxima você dos profissionais de saúde, fortalece decisões e faz do SUS um sistema mais simples e humano.  

    Clique aqui conhecer o Meu SUS Digital e começar a sua jornada de cuidado.  

    Por: Gabriela Cunha (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Nova plataforma moderniza a gestão e fortalece a saúde pública

    Nova plataforma moderniza a gestão e fortalece a saúde pública

    O SUS Digital Gestor é a nova plataforma do SUS Digital para facilitar o trabalho de quem cuida da saúde. Construída com a participação de gestores e especialistas, reúne painéis de indicadores, listas por temas (como regulação e vacinas), e ferramentas de apoio à decisão, tudo com acesso seguro via Gov.br, promovendo controle e transparência. A solução, que será oficialmente lançada em 2026, terá implantação gradual e fortalecerá a gestão e o planejamento no SUS. 

    Por: Fabiana Costa (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Kick-off do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação

    Kick-off do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação

    A Secretaria de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde (SEIDIGI/MS) segue avançando na construção do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC/MS) 2026–2028. Após a conclusão da etapa inicial, começa agora um importante momento de escuta e colaboração com as áreas do Ministério, para compreender desafios, identificar necessidades e encontrar oportunidades que contribuam para tornar os serviços digitais cada vez mais eficientes, integrados e centrados nas pessoas.

    O processo de construção do plano se destaca pela participação de representantes de todas as unidades do Ministério da Saúde e pela utilização de uma cartilha orientativa, desenvolvida para apoiar o levantamento das necessidades de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) para o próximo triênio.

    A iniciativa busca fortalecer o planejamento estratégico de TIC, promovendo um ambiente tecnológico mais sólido, integrado e preparado para apoiar os avanços da Saúde Digital no SUS.