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  • Caderneta Digital da Gestante moderniza o cuidado materno no SUS

    Caderneta Digital da Gestante moderniza o cuidado materno no SUS

    A partir de agora, além da tradicional versão física, milhões de brasileiras poderão acessar suas informações de pré-natal, orientações de saúde, registros clínicos e conteúdo de cidadania diretamente no celular, por meio do aplicativo Meu SUS Digital.

    A Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI/MS) e a Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS) lançaram a primeira versão digital da Caderneta Brasileira da Gestante. A novidade, apresentada pelo ministro Alexandre Padilha na Maternidade-Escola da UFRJ/HU Brasil, no Rio de Janeiro, marca um avanço histórico na forma como o país organiza, acompanha e orienta a saúde das gestantes.

    Miniapp da Caderneta Digital da Gestante

    A nova caderneta — tanto física quanto digital — foi reformulada com base em evidências científicas atualizadas e incorpora temas essenciais para a integralidade do cuidado, como saúde mental, luto materno e parental, equidade, direitos das gestantes e enfrentamento das violências, incluindo a obstétrica.

    A proposta é que a gestante tenha, literalmente, o pré-natal na palma da mão, com informações confiáveis, atualizadas e acessíveis a qualquer momento.

    Tradicionalmente, as nossas cadernetas da gestante eram as cadernetas do pré-natal, mas agora o documento se expande para contemplar toda a jornada da gestação ao pós-parto, com uma abordagem mais humana, completa e conectada.

    (Ministro Padilha)

    Além disso, a nova caderneta reforça o compromisso do Ministério da Saúde com a Rede Alyne, que orienta ações voltadas à redução da mortalidade materna e à mitigação das desigualdades históricas no atendimento.

    A estrutura do documento dedica seções exclusivas ao enfrentamento da violência de gênero, ao combate ao racismo institucional e ao reconhecimento das especificidades de populações do campo, da floresta e das águas. Ao incluir conteúdos adaptados a diferentes realidades culturais e territoriais, o Ministério reafirma a importância de um cuidado sensível, equitativo e centrado nas necessidades reais das mulheres brasileiras.

    Onde a caderneta está disponível

    Teste com usuário - Caderneta Digital da Gestante

    A versão física da Caderneta da Gestante continuará sendo distribuída gratuitamente em todo o país, com previsão de entrega de 3,2 milhões de exemplares. Já a versão digital está disponível dentro do aplicativo Meu SUS Digital, que pode ser baixado gratuitamente nas lojas de aplicativos para Android e iOS.

    O aplicativo já oferece conteúdos interativos na área “Conteúdos”, permitindo que gestantes, familiares e profissionais acessem informações qualificadas sobre pré-natal, parto, puerpério, amamentação e planejamento familiar. Em etapas posteriores, será lançado o miniaplicativo completo, que digitalizará integralmente a caderneta física, incluindo campos de registro clínico e funcionalidades adicionais.

    O que a gestante encontra na nova caderneta

    Lançamento da nova Caderneta da Gestante, pelo ministro Alexandre Padilha/MS

    Entre os conteúdos disponíveis, estão:

    Histórico reprodutivo completo, incluindo informações sobre gestações anteriores, abortos, natimortos, filhos vivos e condições clínicas relevantes. Como descreve um dos trechos do documento, a caderneta “fala do teu tipo sanguíneo, dos exames, fala de tudo”.

    Plano de parto, com orientações detalhadas para que a gestante possa expressar suas preferências e direitos durante o trabalho de parto e o nascimento. O ministro Padilha reforçou que a gestante passa a ter um instrumento para levar à maternidade e exigir que o plano seja elaborado e respeitado.

    Identificação do acompanhante, métodos de alívio da dor, presença de doula e procedimentos previstos para o parto.

    Orientações sobre sinais de violência obstétrica, com explicações claras para que a gestante e seu acompanhante possam reconhecer e denunciar situações de abuso ou desrespeito.

    Cuidados no puerpério, incluindo saúde física e emocional, amamentação, planejamento familiar e acompanhamento do recém-nascido.

    Vacinas recomendadas durante a gestação, com espaço para registro das doses aplicadas.

    Informações sobre saúde mental, luto materno e parental, equidade racial e direitos das gestantes.

    Conteúdos adaptados a diferentes contextos socioculturais, reconhecendo a diversidade das experiências de gestar no Brasil.

    A versão digital amplia ainda mais esse acesso, permitindo que a gestante consulte conteúdos interativos, vídeos, textos explicativos e orientações práticas. A ferramenta de busca facilita a localização rápida de informações, tornando o processo mais ágil e intuitivo.

    Como foi desenvolvido o miniaplicativo da Caderneta Digital

    Oficina de Inovação da Caderneta Digital da Gestante. Mesa de abertura institucional.

    A criação da versão digital da Caderneta da Gestante foi resultado de um processo colaborativo e inovador, envolvendo diferentes áreas do Ministério da Saúde e a participação direta de gestantes, profissionais de saúde e especialistas.

    Em setembro de 2024, o grupo organizador promoveu uma oficina de inovação com duração de quatro dias, conduzida pela metodologia Design Sprint. O objetivo foi criar um ambiente de cocriação, com escuta ativa de diferentes atores envolvidos no processo de gestação. Gestantes, enfermeiras, obstetras, doulas, especialistas e representantes de instituições convidadas participaram da construção das soluções que deram origem ao protótipo da caderneta digital.

    Durante a oficina, foram realizados testes com usuárias de Unidades Básicas de Saúde de Brasília, permitindo identificar percepções, dificuldades e sugestões de melhoria. Esse processo garantiu que a ferramenta fosse desenvolvida de forma participativa, atendendo às necessidades reais do público e promovendo uma experiência mais intuitiva e acolhedora.

    A versão digital também foi pensada para apoiar a intersetorialidade e melhorar a tomada de decisões, ao integrar informações de diferentes pontos da rede assistencial. A digitalização da caderneta física permitirá, futuramente, que profissionais de saúde registrem dados diretamente no aplicativo, facilitando o acompanhamento contínuo e reduzindo falhas de comunicação entre equipes.

    #CadernetaDaGestante
    #MeuSUSDigital
    #SaúdeMaterna

    Por: Fabiana Costa (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Congresso reforça integração e transformação digital no SUS

    Congresso reforça integração e transformação digital no SUS

    O 11º Congresso Norte e Nordeste de Secretarias Municipais de Saúde, que aconteceu de 13 a 15 de maio, reuniu mais de dois mil participantes no Maranhão para debater os desafios e as soluções necessárias para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) nas duas regiões.

    A Secretaria de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde (SEIDIGI/MS) participou do encontro apresentando iniciativas voltadas à transformação digital do SUS e ao desenvolvimento de políticas públicas que considerem as diferentes realidades dos territórios do Norte e do Nordeste.

    Com o tema “Pluralidades, Especificidades e Equidade no Cuidado à Saúde das Regiões Norte e Nordeste”, o Congresso abriu espaço para a troca de experiências e a construção de estratégias capazes de ampliar o acesso e melhorar a qualidade dos serviços de saúde.

    Durante a programação, as equipes da SEIDIGI divulgaram as ações do SUS Digital, que buscam ampliar o uso seguro e qualificado dos dados em saúde, garantir a continuidade do cuidado e promover maior integração entre os serviços, respeitando as necessidades e particularidades de cada território.

    Integração federativa e articulação para o avanço da saúde digital

    Com aproximação e sinergia entre os entes federativos, foram realizadas reuniões estratégicas com secretárias e secretários de saúde dos estados de Sergipe, Rondônia, Maranhão e Amazonas, voltadas à ampliação da integração e do envio de dados à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), à expansão do uso das Plataformas SUS Digital e ao avanço das iniciativas do Programa SUS Digital nos territórios.

    Um dos destaques da agenda foi a mesa “Avanços Tecnológicos no SUS: Programa SUS Digital transpondo barreiras, promovendo acesso”, com o assessor técnico Josélio Queiroz, da Coordenação-Geral de Inovação e Interoperabilidade em Saúde (CGIIS/DATASUS/SEIDIGI), juntamente com representantes do CONASEMS e dos Núcleos de Telessaúde.

    O debate destacou a importância da integração, da interoperabilidade e da atuação colaborativa para ampliar o acesso, apoiar a gestão e consolidar ações mais equitativas no SUS.

    Reforçando a troca de experiências entre os territórios, o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Maranhão (COSEMS/MA) escolheu o evento como espaço para a realização da Mostra “Maranhão Aqui Tem SUS” – Edição 2026. A equipe da Seidigi acompanhou os trabalhos apresentados e identificou oportunidades de atuação conjunta no âmbito da transformação digital.

    Outras demandas estratégicas apresentadas pelos gestores também foram levantadas durante o evento, contribuindo para ampliar a integração e a qualificação do cuidado em saúde no SUS.

    Por: Gabriela Cunha (DATASUS/SEIDIGI)

  • Mais dados de Regulação na RNDS

    Mais dados de Regulação na RNDS

    O SUS Digital é o coração tecnológico do programa Agora Tem Especialistas (ATE) e segue avançando na missão de ampliar a integração e a troca de dados no SUS, promovendo mais acesso à informação e contribuindo para a qualificação da saúde pública.

    Dentro dessa estratégia, equipes da Secretaria de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde (SEIDIGI/MS) estiveram em Belo Horizonte (MG), nos dias 14 e 15 de maio, realizando um minicurso na sede do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (COSEMS/MG).

    A agenda faz parte das ações da Carta Acordo firmada entre Ministério da Saúde, COSEMS/MG e Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), voltadas à ampliação da integração dos sistemas de regulação com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) em Minas Gerais e à adesão ao e-SUS Regulação, solução nacional de apoio aos processos da Atenção Especializada do SUS.

    O encontro deu continuidade a um ciclo de reuniões de planejamento acompanhadas pelo Departamento de Informação e Informática do SUS (DATASUS/SEIDIGI), responsável por apoiar os processos de integração à RNDS, alinhados às estratégias do programa SUS Digital e do ATE.

    O minicurso reuniu 16 articuladores do projeto e representantes do COSEMS/MG, aprofundando conhecimentos sobre o funcionamento, os fluxos e os requisitos da RNDS, além de apresentar esclarecimentos técnicos e soluções, como as Plataformas SUS Digital, voltadas ao fortalecimento da gestão e da continuidade do cuidado.

    As ações seguem avançando e, como próximos passos, a SEIDIGI participará das oficinas macrorregionais do Conselho, prestando apoio às implementações e ampliando as estratégias do SUS Digital em toda a rede de saúde.

    Por: Gabriela Cunha (DATASUS/SEIDIGI)

  • Internet de qualidade vai fortalecer atendimento no SUS

    Internet de qualidade vai fortalecer atendimento no SUS

    Esperávamos por isso há uma década!

    Secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad)

    Pela primeira vez, recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) serão usados para ampliar a conectividade nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). A medida representa um avanço importante para fortalecer a Saúde Digital no Brasil e melhorar o atendimento à população.

    O Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério das Comunicações, participa dessa iniciativa que vai ajudar a levar internet de qualidade para serviços de saúde em todo o país, especialmente em regiões mais afastadas e municípios menores. A ação foi oficializada por meio do Edital nº 238/2026 — Fust Direto 3, publicado no Diário Oficial da União.

    Na prática, empresas de telecomunicações poderão investir diretamente na implantação de internet e infraestrutura tecnológica em unidades públicas de saúde. Isso significa mais condições para ampliar a Telessaúde, integrar sistemas, melhorar o uso das informações em saúde e apoiar os profissionais no cuidado diário com os pacientes.

    Com internet estável nas unidades de saúde, será possível fortalecer serviços como teleconsultas, telediagnósticos, prontuário eletrônico e outras ferramentas digitais que aproximam o cuidado das pessoas, reduzem distâncias e facilitam o acesso da população a especialistas do SUS.

    As propostas das operadoras interessadas podem ser enviadas até 22 de maio de 2026.

    A iniciativa integra os esforços do Ministério da Saúde para acelerar a transformação digital do SUS e ampliar o acesso da população a serviços de saúde mais modernos, conectados e eficientes.

    Mais informações podem ser consultadas em:
    Portal do Fust Direto 3

  • Editais ampliam conectividade e fortalecem a Saúde Digital no SUS

    Editais ampliam conectividade e fortalecem a Saúde Digital no SUS

    De acordo com a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, internet estável e conectividade de qualidade nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) ampliam as possibilidades de atendimento especializado à distância, fortalecem o uso do prontuário eletrônico e favorecem maior integração entre os serviços de saúde.

    Nesse sentido, transformação digital do SUS ganhou um novo impulso nesta segunda-feira (11), com o lançamento dos editais Fust Direto 3 e Acessa Crédito Telecom, em Brasília. A ação, conduzida pelos ministérios das Comunicações e da Saúde, amplia o acesso à conectividade em regiões mais vulneráveis do país e fortalece a infraestrutura necessária para expandir os serviços de Saúde Digital no Brasil.

    A medida contribui para reduzir desigualdades regionais e aproximar o cuidado da população que vive em áreas rurais, ribeirinhas, periféricas e de difícil acesso

    (Ana Estela Haddad).

    Com investimento de R$ 104 milhões, o edital Fust Direto 3 prevê a conexão de até 3,8 mil UBS nos 26 estados e no Distrito Federal.

    A proposta inclui não apenas internet via fibra óptica ou satélite, mas também redes Wi-Fi internas nas unidades, garantindo estrutura adequada para o funcionamento de serviços digitais em saúde.

    Os editais integram o Plano Nacional de Inclusão Digital e reforçam o compromisso do Governo Federal em levar conectividade a áreas essenciais para a população.

    Lançadas pelos ministros Frederico de Siqueira Filho e Alexandre Padilha, as iniciativas contam com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust). Juntas, poderão beneficiar cerca de 2,5 milhões de brasileiros que ainda enfrentam dificuldades de acesso à internet de qualidade.

    A parceria entre os ministérios permitirá oferecer uma conexão mais estável e sustentável para as unidades de saúde, incluindo a infraestrutura necessária para a circulação segura de dados e a comunicação das equipes.

    (Ministro Alexandre Padilha)

    A medida reforça as ações do programa Agora Tem Especialistas, criado para ampliar o acesso a consultas, exames e atendimentos especializados no Sistema Único de Saúde (SUS). Com mais conectividade, será possível ampliar a oferta de Telessaúde, integrar prontuários eletrônicos, agilizar diagnósticos e aprimorar o compartilhamento de informações clínicas por meio da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

    São mais de 6 milhões de atendimentos por Telessaúde no Brasil hoje, graças a todo o impulsionamento feito pelo governo brasileiro. Hoje, 85% das equipes de Saúde da Família utilizam o prontuário eletrônico, já marcam consultas especializadas e já podem usar o próprio prontuário para realizar teleconsultas. Onde essa estratégia está funcionando, há redução de até 30% nas filas para o atendimento especializado. Batemos o recorde de cirurgias eletivas pelo SUS em 2025: foram 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que em 2022. Essa expansão da Telessaúde vai permitir encaminhar melhor quem precisa fazer cirurgia e resolver problemas na Unidade Básica de Saúde. Então, é um passo fantástico, sobretudo nas áreas mais remotas.

    (Ministro Alexandre Padilha)

    Esta nova etapa complementa as ações do Novo PAC. Enquanto a conexão satelital atende localidades de difícil acesso geográfico, a nova etapa apoiada pelo Fust amplia os instrumentos para garantir conectividade às UBS e consolidar a base tecnológica necessária para a Saúde Digital em escala nacional. Em 2023, o país ainda tinha 5.184 UBS sem conectividade adequada.

    A combinação entre fibra óptica, satélite, Wi-Fi interno, prontuário eletrônico, Telessaúde e equipamentos digitais cria as condições para ampliar o acesso à Saúde Digital em escala nacional, especialmente nos territórios onde a conectividade ainda é um obstáculo para o cuidado.

  • Saúde Digital avança no Ceará

    Saúde Digital avança no Ceará

    A transformação digital do SUS tem aproximado o cuidado das pessoas e ampliado o acesso da população a serviços especializados de saúde em todo o Brasil. No Ceará, esse movimento ganhou novo impulso com agendas realizadas em Fortaleza pela secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad.

    O encontro, que aconteceu em 6 de maio, reforça a parceria entre Governo Federal, estado e universidades para fortalecer a Telessaúde e ampliar o acesso ao cuidado por meio da tecnologia.

    Um dos destaques da programação foi a reunião realizada no Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), da Universidade Federal do Ceará (UFC), com o reitor Custódio Almeida, para tratar da implantação do novo Núcleo de Telessaúde da instituição.

    A proposta foi selecionada no Edital nº 03/2025 da Secretaria de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde (SEIDIGI/MS), voltado à ampliação dos serviços de Telessaúde no SUS, com integração à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) e às plataformas digitais do SUS, em alinhamento ao programa Agora Tem Especialistas.

    A nova estrutura deve ampliar atendimentos de média e alta complexidade, com oferta de teleconsultas, teleconsultorias, telediagnósticos e telemonitoramento de pacientes crônicos. O objetivo é tornar os processos mais ágeis e fortalecer o cuidado especializado à distância.

    Para o reitor Custódio Almeida, a implantação do núcleo representa mais um passo importante para a Universidade e para o fortalecimento da Telessaúde no Ceará, somando-se a outras ações já desenvolvidas pela instituição na área de inovação e educação em saúde.

    Ana Estela Haddad destacou a importância da UFC no cenário nacional da Saúde Digital, ressaltando iniciativas como o PET Saúde Digital e o Laboratório InovaSUS Digital.

    Estamos com um conjunto de projetos importantes. Tivemos uma reunião excelente de planejamento dos primeiros passos das atividades que a UFC está organizando.

    A agenda em Fortaleza também incluiu visita à Secretaria da Saúde do Ceará (SESA-CE), onde a secretária conheceu experiências desenvolvidas pelo estado para ampliar o acesso da população aos serviços digitais de saúde. Ana Estela foi recebida pela secretária estadual de Saúde, Tânia Coelho, pela coordenadora de Telessaúde, Melissa Medeiros, e pelas equipes da SESA-CE.

    O Ceará vem fortalecendo ações que aproximam a atenção primária da atenção especializada por meio de teleconsultas, teleinterconsultas, telediagnóstico, teleconsultorias e estratégias de prevenção, incluindo atendimentos relacionados à PrEP e à PEP para HIV.

    Durante a visita, também foram discutidas formas de ampliar a integração entre a rede estadual, os municípios, os serviços de saúde e as instituições de ensino e pesquisa, fortalecendo um SUS cada vez mais conectado, acolhedor e próximo das necessidades da população.

    Ao lado de Tânia Coelho, Melissa Medeiros e Magda Moura de Almeida, a secretária Ana Estela Haddad destacou o compromisso das equipes que fazem a Saúde Digital acontecer diariamente no SUS.

    Podemos juntar todos e fazer a Saúde Digital acontecer aqui.

    Vídeo: Ranato Maretti.
    Fotos: Ramar Neto/UFC Informa

  • Como a tecnologia está melhorando o acesso a medicamentos no SUS

    Como a tecnologia está melhorando o acesso a medicamentos no SUS

    A tecnologia está cada vez mais presente na saúde pública e já está ajudando a melhorar o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). Hoje, ela facilita o acesso a medicamentos e contribui para um cuidado mais organizado e seguro para os pacientes em todo o Brasil.

    Em março, durante uma reunião em Brasília entre gestores da saúde, o Ministério da Saúde apresentou avanços importantes nessa área. Um dos principais destaques foi o Plano de Transformação Digital da Assistência Farmacêutica, que funciona como um guia para organizar todo o caminho dos medicamentos no SUS.

    Na prática, isso significa que será possível acompanhar o trajeto dos remédios desde a chegada ao estoque até a entrega ao paciente. Com esse controle, o sistema fica mais transparente, rápido e seguro — e o risco de faltar medicamento diminui, o que é essencial para quem depende do SUS.

    O plano também traz outras melhorias importantes, como:

    • integração das informações entre os sistemas de saúde;
    • padronização dos nomes dos medicamentos;
    • uso de receitas e dispensação eletrônicas.

    Essas mudanças ajudam os profissionais de saúde a acessarem informações com mais rapidez e segurança, além de melhorar a comunicação entre hospitais, farmácias e unidades de saúde. Para o paciente, isso significa menos burocracia e um atendimento mais ágil e personalizado.

    Outra vantagem é que a tecnologia permite reunir informações de diferentes atendimentos em um só lugar. Ferramentas como o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) guardam o histórico de saúde do paciente, facilitando o acompanhamento e evitando a perda de informações importantes.

    Todas essas ações são resultado do trabalho conjunto de equipes do Ministério da Saúde, que buscam soluções para melhorar o dia a dia dos serviços de saúde. Esse esforço mostra o compromisso em modernizar o SUS e garantir benefícios reais para a população.

    A modernização da saúde pública já é uma realidade no Brasil. Com o uso da tecnologia, o SUS se torna mais integrado, eficiente e preparado para cuidar melhor de cada cidadão.

    Por: Fabiana Costa (DATASUS/SEIDIGI/MS)

  • Tecnologia e dados em tempo real fortalecem resposta do SUS nas cidades

    Tecnologia e dados em tempo real fortalecem resposta do SUS nas cidades

    A transformação digital da saúde brasileira avança com iniciativas que aproximam inovação, gestão pública e cuidado com as pessoas. Na última semana, a Secretaria de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde (Seidigi/MS), liderada pela Secretária Ana Estela Haddad, participou de uma agenda estratégica em Curitiba para conhecer de perto soluções tecnológicas aplicadas à gestão urbana e à saúde pública.

    A visita ao Instituto das Cidades Inteligentes (ICI) teve como destaque o Hipervisor Urbano, uma plataforma que integra, em tempo real, dados de diferentes áreas da administração pública. A ferramenta reúne informações de saúde, mobilidade, clima, território e vigilância, permitindo uma visão ampla e integrada da cidade para apoiar decisões mais rápidas e baseadas em evidências.

    Foi uma experiência enriquecedora, pois foi possível ver a aproximação da agenda da Saúde Digital a conceitos de cidades inteligentes e vigilância epidemiológica. Observamos como o monitoramento territorial e a integração de bases de dados podem otimizar respostas a emergências sanitárias, a exemplo das estratégias tecnológicas utilizadas no enfrentamento da dengue na capital paranaense.

    (Ana Estela Haddad)

    Na prática, o Hipervisor Urbano funciona como um grande centro de monitoramento inteligente. Por meio de painéis dinâmicos e análise de dados, gestores conseguem identificar padrões, antecipar riscos e agir com mais eficiência — especialmente em situações de emergência sanitária. Em Curitiba, por exemplo, a tecnologia tem apoiado estratégias no enfrentamento da dengue, com monitoramento territorial, identificação de áreas de risco e direcionamento mais preciso das ações de controle.

    Durante a agenda, a Secretária Ana Estela Haddad esteve acompanhada da Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão, e da diretora do Departamento de Doenças Transmissíveis, Marília Santini. O encontro fortaleceu a cooperação entre áreas estratégicas do Ministério da Saúde e parceiros locais, com foco na transformação digital do SUS.

    A iniciativa demonstra como o uso inteligente de dados pode apoiar políticas públicas mais eficazes e aproximar o cuidado das necessidades reais da população. Ao integrar tecnologia, gestão e território, o SUS avança para um modelo cada vez mais conectado, resolutivo e orientado por evidências.

    Crédito fotos e vídeo: Renato Reis Maretti

  • SUS ganha painel para acompanhar serviços de Telessaúde

    SUS ganha painel para acompanhar serviços de Telessaúde

    A tecnologia tem transformado a forma como o cuidado em saúde chega às pessoas. No Sistema Único de Saúde (SUS), a Saúde Digital amplia o acesso aos serviços, reduz as distâncias e contribui para o atendimento mais ágil e integrado em todo o país.

    Nesse contexto, o Ministério da Saúde disponibilizou um painel informativo que reúne dados sobre os serviços de telessaúde no SUS. A ferramenta permite acompanhar, de forma simples e transparente, como esses atendimentos estão sendo ofertados em todo o Brasil.

    Desenvolvido pela Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI), o painel organiza dados de diferentes sistemas oficiais e apresenta, por exemplo, onde os serviços estão disponíveis, como são utilizados e como se distribuem entre os territórios.

    Além de apoiar o monitoramento das ofertas, permite identificar regiões com menor cobertura de atendimento. Com isso, é possível direcionar esforços, reduzir desigualdades e ampliar o acesso à saúde, especialmente em áreas mais remotas.

    A iniciativa também fortalece o Programa Agora Tem Especialistas ao apoiar a ampliação do acesso da população a atendimentos especializados em todo o país. A partir da integração de informações de bases como o Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES), o Sistema de Informação da Atenção Primária à Saúde (SIAPS) e o Sistema de Informação Ambulatorial (SIA), oferece uma visão mais completa do funcionamento da telessaúde no Brasil.

    A telessaúde é uma das frentes da transformação digital do SUS e atua como complemento ao atendimento presencial. Por meio dela, a população pode acessar serviços como teleconsulta, teleconsultoria, teleinterconsulta, telediagnóstico, telemonitoramento e teleorientação, ampliando as possibilidades de cuidado.

    A iniciativa integra a Rede Brasileira de Telessaúde e tem contribuído para expandir o acesso a consultas, exames e atendimentos especializados.

    Entre 2024 e 2025, já foram realizados mais de 5,7 milhões de atendimentos em 2.929 municípios brasileiros, demonstrando o avanço desse modelo no país.

    Acesse aqui o painel e confira os dados atualizados sobre os serviços de Telessaúde no SUS.

  • Reconhecimento destaca Saúde Digital do SUS

    Reconhecimento destaca Saúde Digital do SUS

    Cuidar das pessoas também é reconhecer quem transforma realidades todos os dias. Foi com esse espírito que a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo realizou a solenidade “Mulheres que Movem a História”, na última terça-feira (28/04), na sede da Assembleia.

    Entre as homenageadas, a Secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, teve sua trajetória reconhecida pelo impacto na ampliação do acesso à saúde no país.

    À frente da Secretaria de Informação e Saúde Digital, a secretária tem impulsionado a transformação digital do SUS, levando soluções como a telessaúde a regiões de difícil acesso. Com isso, a população passa a contar com mais agilidade no atendimento e acesso a especialistas sem precisar se deslocar longas distâncias.

    Durante a homenagem, Ana Estela destacou a importância de valorizar iniciativas que ampliem a equidade e fortaleçam o papel das mulheres na sociedade, especialmente em um cenário de aumento da violência de gênero.

    Ao comentar o reconhecimento, a secretária ressaltou o papel do prêmio na valorização das trajetórias femininas e no enfrentamento das desigualdades:

    Pra mim é uma honra participar desse prêmio e estar entre as mulheres reconhecidas. É uma responsabilidade também, quando a gente tem esse reconhecimento. Estamos em uma onda que, ao mesmo tempo em que a sociedade avança em direção a mais equidade, diversidade e aceitação, também enfrenta reações que podem representar retrocessos, inclusive com o aumento da violência contra a mulher. O prêmio tem um papel importante ao reafirmar a força das mulheres.

    Ana Estela também chamou atenção para o aumento dos casos de feminicídio em São Paulo e a importância de políticas públicas voltadas às mulheres, especialmente diante da realidade de muitas famílias chefiadas por mulheres. Segundo ela, iniciativas que promovem autonomia, proteção e inclusão são fundamentais para enfrentar esse cenário e fortalecer o papel das mulheres na sociedade.

    Ao todo, 18 mulheres foram homenageadas na cerimônia, representando áreas como saúde, ciência, empreendedorismo, arte e ativismo. As trajetórias reconhecidas refletem o impacto coletivo de brasileiras que, em diferentes territórios, contribuem para a promoção de direitos, a redução de desigualdades e a construção de uma sociedade mais justa.